Representantes se reúnem para discutir impactos causados pela baixa da Represa de Jurumirim

Uma reunião virtual da Sala de Crise para discutir ações para tentar diminuir o impacto causado pela baixa do nível da Represa de Jurumirim, em Avaré (SP), que registrou a maior baixa desde 2014, segundo a Agência Nacional das Águas, vai ser realizada na tarde desta quinta-feira (10).

Vão participar desse encontro representantes de prefeituras de diversas cidades da região de Avaré e do Paraná, além de representantes da Agência Nacional das Águas, Agência Nacional de Energia Elétrica, Operador Nacional do Sistema, Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado e também, equipes da Cetesb.

Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a média de armazenamento nesta época do ano é de 45%, mas o reservatório apresenta 14,89% da capacidade.

Em fevereiro de 2019, o cenário do local era ainda mais crítico e o reservatório da represa estava com 12,72% da capacidade. Na época, foi o nível mais baixo dos últimos 25 anos.

A Usina Hidrelétrica Jurumirim começou a operar em 1962, perto dos municípios de Piraju e Cerqueira César (SP), para regularização do Rio Paranapanema e abastecimento de energia para a região do médio Paranapanema.

Com potência instalada de 100 MW, este aproveitamento hidrelétrico possui um reservatório com capacidade para acumular cerca de 7,2 trilhões de litros de água, além de abranger uma área inundada de 449 quilômetros quadrados. A empresa CTG Brasil opera a usina e sua concessão vai até 2029.

Informações G1